stuck...
Tuesday, 5 October 2010
Monday, 27 September 2010
Friday, 3 September 2010
Monday, 23 August 2010
Wednesday, 18 August 2010
E pequenos acertos
Eu me achei no direito
De, ao menos, pedir
Um alívio pro meu peito
Menos peso pro meu dia
Na carência dos meus beijos
Maldito bem da poesia
Considerando o naufrágio
A rotina dos barcos
Eu me achei no direito
De ao menos, pedir
Tempo claro pro meu rumo
E nos temporais da febre
De quem fuma, de quem bebe
As longas noites vazias
Eu sou o homem comum
Eu sou a mulher da rua
O vagabundo poeta
O navegante da lua
Considerando os meus erros
E modestos acertos
Eu me achei no direito
De, ao menos, pedir
Que o claro cruel da lua
Que o fogo feroz do dia
Paguem o preço da lembrança
Das longas noites vazias
edu lobo. gostei. não consigo encontrar no youtube.
Sunday, 8 August 2010
Tuesday, 6 April 2010
Tuesday, 23 March 2010
Wednesday, 17 March 2010
Thursday, 11 March 2010
Wednesday, 10 March 2010

"we die containing a richness of lovers and tribes, tastes we have swallowed, bodies we have plunged into and swum up as if rivers of wisdom, characters we have climbed into as if trees, fears we have hidden in as if caves.
i wish for all this to be marked on my body when i am dead. i believe in such cartography - to be marked by nature, not just to label ourselves on a map like the names of rich men and women on buildings. we are communal histories, communal books. we are not owned or monogamous in our taste or experience. "
michael ondaatje (the english patient)
Friday, 19 February 2010
Sunday, 7 February 2010
Friday, 29 January 2010
Inquietação
A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda
José Mário Branco
Wednesday, 27 January 2010


a minha familia e horas infindáveis de terapia de grupo e apoio à vítima, almoços parvos e vegetarianos e nem por isso, laboratório e alfama e bica, gmail sempre verdinho, e algum vinho às vezes ou pretas, e mojitos menos vezes do que devia, muito mef e gulbenkian, muito ebay e analógicas, sempre a corrida ao filme se possivel fora de prazo, critica fotográfica como se fossemos entendidos, abraços de familia e freakalhada, e muito muito amor e permanência. às vezes salvam-me vocês...