Wednesday, 17 March 2010

"i'm sorry for my inability to let unimportant things go, for my inability to hold on to the important things." jonathan safran foer
"love me, because love doesn't exist, and i have tried everything that does."
jonathan safran foer - everything is illuminated


"i think and think and think, i‘ve thought myself out of happiness one million times, but never once into it."
jonathan safran foer


Thursday, 11 March 2010

apetece-me partir.
à kerouac...

Wednesday, 10 March 2010



"we die containing a richness of lovers and tribes, tastes we have swallowed, bodies we have plunged into and swum up as if rivers of wisdom, characters we have climbed into as if trees, fears we have hidden in as if caves.

i wish for all this to be marked on my body when i am dead. i believe in such cartography - to be marked by nature, not just to label ourselves on a map like the names of rich men and women on buildings. we are communal histories, communal books. we are not owned or monogamous in our taste or experience. "

michael ondaatje (the english patient)

Friday, 5 March 2010

equilíbrio mesmo é andar numa corda desequilibrada sem rede, e não cair

Friday, 19 February 2010





experiências com iluminação no módulo de retrato no mef. às cobaias: os meus colegas de grupo, marta, ana e mu, e ao pargo, nuno, muito obrigada pela paciência.amanhã é à séria na barraca.

Sunday, 7 February 2010



que a vida te traga tudo o que desejas e aventuras sem fim em terras frias da polónia. vamos tentando sobreviver na triste lisboa que é esta sem o soll ... até já querido

Monday, 1 February 2010





porque é aqui que me sinto serena. modulo de iluminação no mef.

Friday, 29 January 2010

Inquietação

A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes

São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas

Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho

Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda


José Mário Branco

Wednesday, 27 January 2010




a minha familia e horas infindáveis de terapia de grupo e apoio à vítima, almoços parvos e vegetarianos e nem por isso, laboratório e alfama e bica, gmail sempre verdinho, e algum vinho às vezes ou pretas, e mojitos menos vezes do que devia, muito mef e gulbenkian, muito ebay e analógicas, sempre a corrida ao filme se possivel fora de prazo, critica fotográfica como se fossemos entendidos, abraços de familia e freakalhada, e muito muito amor e permanência. às vezes salvam-me vocês...

Monday, 4 January 2010


o primeiro post do ano, o meu herói. nestas alturas há sempre que lembrar quem é e foi importante. (fotografia de fernando taborda)

Tuesday, 22 December 2009

o meu coração está de luto. o meu hot clube ardeu. que tristeza tão grande. que dia tão triste.

Monday, 7 December 2009


para o meu avô, hibiscos e 6x6, como ele gostava. alfama, a minha kiev com rollei retro 400 digitalizado pelo mu.

Tuesday, 13 October 2009







a experimentar a kiev da rute, com um hp5. revelado por mim e digitalizado em baixa resolução